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Distúrbio Temporal

Quando falamos sobre problemas psicológicos, podemos associar  normalmente à movimentação da nossa consciência pelo tempo. Ao ficarmos presos ou até apegados ao passado, não permitirmos que o passado de fato passe, e podemos assim desenvolver doenças como depressão, fobias e até o Alzheimer. Já viver esperançosos pelo futuro, pode ocasionar em crises de ansiedade, transtornos obsessivos, inquietações e perturbações mentais.

Os seres humanos vivem no tempo, mas Deus nos destinou a eternidade. Ele deseja que nós atentemos a especialmente duas coisas: para a eternidade em si e para aquele ponto no tempo que chamamos de presente, pois o presente é o ponto em que o tempo toca a eternidade. Do momento presente, e dele somente, nós temos uma experiência análoga àquela que Deus tem da realidade como um todo. Somente no presente nos são oferecidas a liberdade e a realidade.

Com isso em mente, podemos pensar que às vezes somos tentados a nos desviar disso, vivendo no passado (como alguém apegado a acontecimentos que já acabaram) ou sedentos pelo futuro. Portanto, para estarmos conectados com o divino, precisamos estar alinhados com a eternidade ou imersos no presente, compreender que a eternidade nos pertence ou viver intensamente o agora. Em outras palavras, meditar sobre nossa união eterna com o universo ou ouvir nossa voz interna, resolvendo nossos problemas, recebendo o que a vida nos dá e agradecendo pelo prazer de estarmos aqui.

Temos conhecimento real do passado e sabemos que ele tem uma natureza determinada, sabemos que ele acaba, a ponto de “encontrar” com o presente. Devemos então, guardar o passado como boas recordações e motivações para seguir, isso é diferente de viver no passado. Tem que haver um equilíbrio. Se abster do hoje e do presente é um erro.

A nossa necessidade biológica pelo futuro faz com que todas nossas paixões e sonhos apontem para ele, de modo que o pensamento sobre o futuro inflame a esperança e o medo. Além disso, pelo futuro ser desconhecido por nós, também nos permite pensar em irrealidades e criar linhas de futuro que não condizem com a realidade. Pensar no futuro dessa forma desequilibrada, é o que menos se assemelha à eternidade. 

O futuro é a parte mais inconstante do tempo, pois o passado está congelado e não flui mais, e o presente está todo iluminado pelos raios das possibilidades eternas. Claro que Deus quer que pensemos no futuro mas apenas o suficiente para planejar agora as bases dos trabalhos de amanhã. Não devemos entregar nosso coração ao futuro e depositar nele todo nosso tesouro, esforço e felicidade. O futuro é luz e um mar infinito de possibilidades mas temos que construir no hoje. Por mais que a gente pense, planeje e deseje, a ação tem que existir no hoje. O desejo de algo melhor deve existir mas não tem como obter esse futuro sem trabalhar e agir no agora. 

A partir do momento que nos dispomos a viver plenamente no presente, degustar, aproveitar, sentir o presente e a tudo o que está a nossa volta e não permitir que a nossa mente viaje e se transporte no tempo se prendendo ao passado ou ancorando o futuro, as divagações da mente não se transformam em perturbações. Viver o presente é essencial para que a vida seja vivida de fato, esse é motivo de estarmos encarnados, para que experienciemos as coisas.

Quando nossa relação com o tempo está equilibrada, devemos olhar com gratidão para o passado e com amor para o presente. Sabendo que o medo, a avareza, a luxúria e a ambição têm olhos para o que está por vir. Equilibre seus desejos e sentimentos, construa e semeie no hoje que com certeza o seu futuro será florido. O ideal então é, tendo nós trabalhado o dia todo para o bem da prosperidade futura, retornemos ao cultivo da felicidade, paciência, honestidade, gentileza e gratidão no agora. Viver no presente é uma dádiva, o motivo da vida. 

Aprenda a estar e focar no momento presente se tornando mais eficaz, entre em contato aqui com um Arcanjoterapeuta para que ele te ajude a resolver aquilo que te prende ao passado ou ao futuro. Liberte-se!

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Sete Princípios para o Bem Viver

Os Sete Princípios são um conjunto de virtudes possíveis de serem praticadas pelas pessoas e que não variam com o tempo, pois tratam de questões anteriores e superiores à moral ou aos costumes de uma época, de uma sociedade ou de um indivíduo. Para aqueles que se afinizam com esses valores, garantimos que, ao praticá-los, certamente serão conduzidos a um novo nível de clareza consciencial.

Vamos examinar os Sete Princípios, que estão ligados aos Sete Arcanjos Reguladores – Uriel, Zadkiel, Raphael, Gabriel, Miguel, Ezequiel e Haniel.

Cada um destes Princípios, são virtudes a serem cultivadas ao longo da vida.

1º Princípio: Equidade

Ligado ao Arcanjo Uriel, a equidade é entender que somos diferentes e por isso todos merecem ter oportunidades justas. Significa então que devemos desenvolver um olhar elevado sobre a justiça e senso de equilíbrio das coisas, entendendo que todos devemos ter o direito a oportunidades iguais. Devemos criar mecanismos para que todos possam melhorar suas vidas.

Portanto, devemos analisar as pessoas, coisas e situações sem ideias limitantes, pré-concebidas ou preconceituosas, sendo imparciais em nossos juízos, não condenando ou rotulando a nada e a ninguém sem que seja permitida a defesa, seja de ideias ou até mesmo da própria liberdade.

No popular existe a expressão “não julgar”, que aqui pode ser melhor expressada por “não condenar” sem que haja comprovação. Mesmo aquele que errou, apesar de necessitar de correção, também merece ter caminho para se redimir, se reformar e retomar sua vida.

2º Princípio: Lucidez

Ligado ao Arcanjo Zadkiel, significa que devemos desenvolver uma percepção clara, precisa e transparente sobre as coisas, sempre buscando a verdade, a essência que existe além da superfície.

Quanto melhor for a capacidade de análise, melhor será a percepção e, consequentemente, mais profundo será o entendimento daquela lição que a vida está proporcionando. E, para além do benefício pessoal, também haverão condições mais favoráveis para se tomar decisões e praticar ações mais acertadas, que contribuam significativamente para a sociedade.

A frase “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” expressa bem o conceito deste princípio.

3º Princípio: Solidariedade

Ligado ao Arcanjo Raphael, significa que devemos desenvolver a sensibilidade de reconhecer o sofrimento alheio e colocar-se em movimento para auxiliar ao próximo, na medida do que nos for possível.

Imbuídos de empatia, podemos nos colocar no lugar do outro e reconhecer sua condição desfavorável.

Assim que nos conectamos ao sofrimento alheio, podemos auxiliar o outro diretamente, ou até mesmo indiretamente, por meio de mecanismos que o auxiliem a resolver ou minorar os danos. Auxiliar ao próximo nos eleva em consciência, nos preenche e nos equilibra como humanos.

A frase “Solidariedade é o amor em movimento”, de Dona Guiomar de Oliveira Albanesi, expressa ao coração o significado desse princípio.

4º Princípio: Universalismo

Ligado ao Arcanjo Gabriel, significa que devemos desenvolver uma visão global, ampla e respeitosa sobre a pluralidade das manifestações individuais, religiosas e espiritualistas, e não somente uma postura de tolerância.

Deus não tem religião, mas é certo que nós humanos necessitamos de parâmetros a cada passo do desenvolvimento de nossa consciência. Assim, o buscador verdadeiro de uma fé transcendental deverá manter a mente aberta, com uma perspectiva ecumênica, sabendo que encontrará as verdades divinas em vários lugares e criará a sua própria, bastando filtrar o que lhe parece coerente.

Como diria o pensador popular “Deus não tem religião, mas está em todas elas e até fora delas”.

5º Princípio: Dignidade

Ligado ao Arcanjo Miguel, significa que devemos desenvolver o senso de honestidade, de hombridade e de dever, ao mesmo tempo que demonstra o seu valor, respeito e nobreza.

A honra de uma pessoa está ligada ao seu comportamento consigo mesma e com os outros, em outras palavras, ao seu caráter. Transmitir confiança e dar-se ao respeito, demonstrando o valor e fazendo o que é certo, tão somente pelo fato de ser certo, mesmo que não se obtenha um imediato retorno positivo.

A expressão “minha palavra basta” exemplifica esse conceito. Devemos cultivar essa postura, pois ela é confirmada como uma virtude necessária.

6º Princípio: Benevolência

Ligado ao Arcanjo Ezequiel, significa que devemos desenvolver a prática do bem, de maneira que nossas ações gerem benefícios a todos que forem alcançados. A fraternidade, e como atualmente também utilizamos o termo sororidade, demonstram a essência de “ser” um ser humano, ter humanidade.

Ao praticarmos a benevolência, naturalmente transformaremos essa postura em hábito, realizando aquilo que é bom, proveitoso, sincero, sensível e educado, em todos os lugares, e seremos conduzidos pela espiritualidade superior para onde formos necessários.

Popularmente diz-se que devemos “fazer o bem sem olhar a quem” e isso é uma realidade energética apoiada pelos Arcanjos.

7º Princípio: Liberdade

Ligado ao Arcanjo Haniel, significa que devemos desenvolver o nosso senso de autonomia e espontaneidade. Cada um de nós deve agir por seu próprio arbítrio, sem com isso prejudicar determinantemente a ninguém.

Liberdade e responsabilidade são as duas faces da mesma moeda. Gozar iniciativa de ação por seus próprios ideais e conscientemente assumir a responsabilidade sobre seus atos, tanto do ponto de vista físico quanto espiritual, independentemente das ações darem certo ou errado, demonstra amadurecimento.

Ser livre é um direito e o exercício dele fortalece o amadurecimento da nossa consciência.

No pensamento de Simone de Beauvoir: “O homem é livre; mas ele encontra a lei na sua própria liberdade”.

Os Arcanjoterapeutas buscam com sinceridade praticar esses princípios, entendendo que assim poderão tanto ajudar ao próximo quanto promover a própria evolução. Nos momentos difíceis da sua vida, conte conosco. Temos as ferramentas necessárias para te ajudar a equilibrar sua vida.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia