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Como ter pensamentos positivos?

O pensamento positivo é algo que todo mundo em algum momento ou situação da vida já aplicou a fim de atrair coisas boas para si. Acredita-se que basta mentalizar profundamente aquilo que você deseja e virá para você, que as coisas darão certo.

O conceito de pensamento positivo ficou famoso pelos estudos sobre desenvolvimento pessoal de Norman Vincent Peale, que afirma como você pode superar qualquer obstáculo, interno ou externo, através da “ciência da fé”. Ele ensina que é possível eliminar os pensamentos negativos que causam medo, ansiedades e, consequentemente, fracasso e substituí-los pela magnetização do que se deseja através do poder do pensamento positivo.

Ou seja, no momento em que você deseja e pede alguma coisa, você deve acreditar, ou melhor, saber que aquilo já te pertence energeticamente. E assim, o Universo inteiro se arranja para materializar aquela coisa, atraindo e disponibilizando para você. Acreditar que certa coisa te pertence, abrirá caminho para que você possa conquistá-la.

Como já falamos em outros textos, nosso corpo é um gerador e receptor energético que interage com todos e tudo o que nos cerca. Portanto, ao mantermos nosso campo energético equilibrado e gerando coisas, atrairemos coisas. E entenda “coisa” como quiser, se você emite X, receberá X. Se emite a energia de um emprego bom, receberá um emprego bom. Se emite energia de inveja, receberá inveja. Se emite energia de amor, receberá amor.

Ao compreendermos essa natureza dos nossos corpos (e principalmente de nossa mente), fica mais fácil utilizar do pensamento positivo. A frase “orai e vigiai” se faz cada vez mais coerente pois, ao prestarmos atenção no que emitimos e, sempre que necessário, melhorarmos a mensagem enviada, podemos de fato alterar nossa realidade. Meditações, ancoragem e direcionamento na forma de pensar sobre a vida ajudam na tarefa de “chegar lá”. 

É inegável pensar que quem se manifesta positivamente se torna uma pessoa otimista que atrai coisas melhores para sua vida. Afinal, enxergar a vida com bons olhos e bom coração, torna as pessoas menos amargas e amarguradas.

Os otimistas mantêm em suas mentes seus objetivos de forma clara e traçam as melhores rotas para alcançá-los, criando sentimento de confiança em si e em seus planos estratégicos. Outro detalhe é diminuir o tamanho dos problemas, enxergando os empecilhos simplesmente como obstáculos a serem superados e não impeditivos. Se colocando numa posição de superioridade e não inferioridade em relação às adversidades da vida.

Pensar positivo é dizer para si mesmo: “Vai dar certo. Eu tenho as habilidades necessárias para isso. Vou fazer acontecer”. Ou “Treinei bastante e estou bem preparado para vencer esse desafio.” Ou “Tenho muita força de vontade e determinação. Vou conseguir manter meu foco nos próximos 30 dias.” Com o tempo, você irá acostumar sua mente a observar e redirecionar suas energias para resolução de problemas e apreciação do todo.

Se você irá atrair tudo o que deseja com os seus pensamentos positivos ou não, não é a principal questão. O importante de se pensar positivo é saber os benefícios que isso pode trazer para sua mente, seu corpo e sua alma. Ou seja, como isso pode influenciar no seu bem-estar.

Talvez, passar o dia pensando que você irá conseguir uma vaga de emprego não vá materializar a vaga na sua frente. Entretanto, isso irá te deixar mais confiante, mais feliz e mais determinado para se preparar para a entrevista. Ao contrário de que, caso estivesse pensando de forma negativa, poderia gerar uma ansiedade ou nervosismo desfavorável, podendo até causar a perda da oportunidade.

O segredo do pensamento positivo está em melhorar sua energia, levantar o seu astral, motivar suas atitudes e assumir um mindset de vitória. Consiste em acreditar que coisas boas podem acontecer pra você, que você é merecedor e que é totalmente possível conseguir o que deseja. 

Os neurocientistas concordam que o estado de ânimo pode, sim, influenciar o nosso organismo de várias maneiras. Afirmam, por exemplo, que os hormônios associados ao estresse têm grande influência na consolidação da memória e evitá-lo pode trazer muitos benefícios.

O pensamento positivo proporciona um grande aumento na autoestima, que é muito importante para manter sua mente sadia, prevenir e ajudar a tratar transtornos psicológicos. Além disso, você se sentirá capaz de assumir novas tarefas e desafios fora de sua zona de conforto.

Pensando de forma positiva, reduzimos também nossas crenças limitantes, que nada mais são que freios para o nosso sucesso. Basicamente, quando o pensamento positivo se torna um hábito, sua vida inteira tende a fluir de forma diferente — e, muitas vezes, mais saudável. 

Quando se coloca em prática a positividade em sua vida, tudo ao seu redor também mudará. O cérebro começa a trabalhar em um estado onde há mais hormônios do prazer fluindo pelo seu corpo e, por consequência, você melhora a saúde mental, se torna uma pessoa mais feliz e disposta a ir atrás do que almeja, melhorando até seus relacionamentos familiares e amorosos. 

As técnicas para botar em prática os seus pensamentos positivos são várias, e no fim, todas chegam a um padrão: encarar as situações do dia a dia de forma positiva. Peça ajuda para um Arcanjoterapeuta que, além de te ajudar a implantar o pensamento positivo em sua vida também te ajudará a acelerar a resolução das dificuldades internas e externas que possam estar te impedindo de desfrutar de boas coisas.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Como ter menos crenças limitantes?

Você já parou para pensar que suas ações são, em sua maioria, processamentos inconscientes e não processos conscientes? Você não pensa ao respirar, piscar, beber água, comer… São ações automáticas que seu corpo já foi ensinado a repetir ao longo dos anos e existem diversas outras ações, atitudes e pensamentos que também são automáticas e instintivas.

E provavelmente você nunca se importou muito com isso. Mas quando chega o momento em que você quer mudar um comportamento, ou um hábito ou simplesmente quer fazer alguma coisa nova, parece que você sente dificuldade ou simplesmente não consegue fazer essa mudança. Seu corpo começa a criar “desculpas” e justificativas para que aquele comportamento não seja alterado, e é isso o que chamamos de Crenças Limitantes.

Elas nada mais são do que os “limites” que nosso corpo nos impõe baseado nas nossas repetições “comuns”, é o nosso padrão mental, ou seja, todas as programações neurais que aprendemos durante nossa vida, principalmente na primeira infância. Elas vão se reforçando ao longo de nosso desenvolvimento e são encaradas como verdades absolutas.

Esses tipos de crenças moldam seu modo de agir, seu mundo e as coisas que nele acontecem, pois funcionam como lentes de um óculos que formata a realidade conforme seus próprios preceitos. Sendo assim, as crenças acabam determinando os nossos comportamentos, as nossas atitudes e principalmente os nossos resultados.

Essa automatização do corpo é um processo natural e também saudável em alguns níveis, é uma função do nosso cérebro de produzir uma representação sobre tudo aquilo que vemos, ouvimos e sentimos, porém elas podem facilmente nos prejudicar no evoluir. 

Toda crença nasce quando nosso corpo busca as respostas mais adequadas para o momento que estamos vivendo, com uma intenção positiva de preservar e controlar nossa interação com o mundo. Porém, ao longo do tempo, algumas dessas crenças deixam de ter a função agregadora e acabam nos limitando, mesmo que com a intenção positiva. O fato é que, neste momento, essas conexões neurais já são fortes o bastante para ditar nossas respostas.

Na maioria das vezes, as crenças são falsas ou têm verdades parciais, mas o nosso cérebro está constantemente buscando padrões em experiências anteriores para se sentir seguro. E ele irá buscar esses padrões em nossas conexões neurais mais robustas.

Para identificá-las, um bom início é começar percebendo os padrões de respostas que você dá aos estímulos que recebe e as frases que diz repetidamente para justificar suas ações, ou a falta delas. Reflita sobre o que você gostaria de fazer ou mudar na sua vida, mas “não consegue”. Procure identificar as justificativas interiores para não fazer isso. Questione-se.

Essas respostas são “desculpas” que seu inconsciente te dá para que você não promova nenhuma mudança e permaneça com aquele comportamento já enraizado. Instalar novos comportamentos demanda abalar a segurança do seu cérebro e criar uma nova conexão neural.

Essa nova conexão deverá ser acessada repetidas vezes até se tornar mais forte e mais relevante emocionalmente que a conexão anterior, que, por sua vez, não deixará de existir e estará lá esperando que você a acesse novamente.

Aprendemos pela repetição, mas não adianta criarmos um hábito durante 21 dias, 100 dias ou quantos dias forem se a mudança proposta não nos faz sentir bem e realizados. Ou seja, se você não está completamente alinhado com o propósito da mudança, seu corpo facilmente voltará a se conectar com a conexão neural anterior.

Então, quando falamos sobre crenças limitantes, a palavra chave é ressignificar. É dar um novo sentido para algo. Buscar uma nova direção ou propósito. É transformar. Dar um novo significado para os acontecimentos e transformar crenças que estão dentro de nosso padrão e do nosso aspecto psíquico. Transformar crenças que nos limitam em crenças que nos estimulam e impulsionam, isso mudará radicalmente a experiência de cada ser humano, libertando a consciência individual. 

Aumentar a sua consciência é tão importante para gerar transformação pessoal para alcance de resultados. Cada pessoa tem um mapa mental, que é baseado nas suas experiências, conhecimentos e interpretações ao longo da vida. Mantenha-se vigilante e perceba a profundidade de cada pensamento. Descubra o que te prende e o que te move.

Use uma lupa em situações do trabalho, nos relacionamentos, na saúde ou naquela outra situação importante. Com mais consciência as decisões acabam sendo algo natural. Enfim, lidar e ressignificar as Crenças Limitantes é um diferencial, seu estado emocional muda, mas nem sempre conseguimos fazer isso sozinhos, portanto você pode considerar a ajuda profissional.  Entre em contato com um Arcanjoterapeuta para te auxiliar nesse momento de expansão da sua consciência.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Distúrbio Temporal

Quando falamos sobre problemas psicológicos, podemos associar  normalmente à movimentação da nossa consciência pelo tempo. Ao ficarmos presos ou até apegados ao passado, não permitirmos que o passado de fato passe, e podemos assim desenvolver doenças como depressão, fobias e até o Alzheimer. Já viver esperançosos pelo futuro, pode ocasionar em crises de ansiedade, transtornos obsessivos, inquietações e perturbações mentais.

Os seres humanos vivem no tempo, mas Deus nos destinou a eternidade. Ele deseja que nós atentemos a especialmente duas coisas: para a eternidade em si e para aquele ponto no tempo que chamamos de presente, pois o presente é o ponto em que o tempo toca a eternidade. Do momento presente, e dele somente, nós temos uma experiência análoga àquela que Deus tem da realidade como um todo. Somente no presente nos são oferecidas a liberdade e a realidade.

Com isso em mente, podemos pensar que às vezes somos tentados a nos desviar disso, vivendo no passado (como alguém apegado a acontecimentos que já acabaram) ou sedentos pelo futuro. Portanto, para estarmos conectados com o divino, precisamos estar alinhados com a eternidade ou imersos no presente, compreender que a eternidade nos pertence ou viver intensamente o agora. Em outras palavras, meditar sobre nossa união eterna com o universo ou ouvir nossa voz interna, resolvendo nossos problemas, recebendo o que a vida nos dá e agradecendo pelo prazer de estarmos aqui.

Temos conhecimento real do passado e sabemos que ele tem uma natureza determinada, sabemos que ele acaba, a ponto de “encontrar” com o presente. Devemos então, guardar o passado como boas recordações e motivações para seguir, isso é diferente de viver no passado. Tem que haver um equilíbrio. Se abster do hoje e do presente é um erro.

A nossa necessidade biológica pelo futuro faz com que todas nossas paixões e sonhos apontem para ele, de modo que o pensamento sobre o futuro inflame a esperança e o medo. Além disso, pelo futuro ser desconhecido por nós, também nos permite pensar em irrealidades e criar linhas de futuro que não condizem com a realidade. Pensar no futuro dessa forma desequilibrada, é o que menos se assemelha à eternidade. 

O futuro é a parte mais inconstante do tempo, pois o passado está congelado e não flui mais, e o presente está todo iluminado pelos raios das possibilidades eternas. Claro que Deus quer que pensemos no futuro mas apenas o suficiente para planejar agora as bases dos trabalhos de amanhã. Não devemos entregar nosso coração ao futuro e depositar nele todo nosso tesouro, esforço e felicidade. O futuro é luz e um mar infinito de possibilidades mas temos que construir no hoje. Por mais que a gente pense, planeje e deseje, a ação tem que existir no hoje. O desejo de algo melhor deve existir mas não tem como obter esse futuro sem trabalhar e agir no agora. 

A partir do momento que nos dispomos a viver plenamente no presente, degustar, aproveitar, sentir o presente e a tudo o que está a nossa volta e não permitir que a nossa mente viaje e se transporte no tempo se prendendo ao passado ou ancorando o futuro, as divagações da mente não se transformam em perturbações. Viver o presente é essencial para que a vida seja vivida de fato, esse é motivo de estarmos encarnados, para que experienciemos as coisas.

Quando nossa relação com o tempo está equilibrada, devemos olhar com gratidão para o passado e com amor para o presente. Sabendo que o medo, a avareza, a luxúria e a ambição têm olhos para o que está por vir. Equilibre seus desejos e sentimentos, construa e semeie no hoje que com certeza o seu futuro será florido. O ideal então é, tendo nós trabalhado o dia todo para o bem da prosperidade futura, retornemos ao cultivo da felicidade, paciência, honestidade, gentileza e gratidão no agora. Viver no presente é uma dádiva, o motivo da vida. 

Aprenda a estar e focar no momento presente se tornando mais eficaz, entre em contato aqui com um Arcanjoterapeuta para que ele te ajude a resolver aquilo que te prende ao passado ou ao futuro. Liberte-se!

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Como ser mais gentil?

Gentil, do latim gentīlis, significa ‘da mesma família ou raça, do mesmo povo ou nação’, ou seja, ser gentil significa enxergar o outro com carinho e respeito como se fosse alguém do seu círculo íntimo. Ser gentil é agradar o outro pela sua delicadeza nos gestos e maneiras. É ser amável, gracioso e encantador.

Compreender o outro como parte de você irá ajudar a observar melhor suas atitudes e aplicar nas suas ações aquela famosa frase “Não faça com os outros o que não deseja que façam com você”. Então, demonstre que se importa. Se você ama, esteja presente, esteja perto!

Nós nem imaginamos o que está passando de verdade no coração e na cabeça de cada pessoa. Muitas vezes mostramos sorrisos e leveza mas na realidade estamos num momentos escuro dentro de nós, de sofrimento e batalhas.

Alguns momentos são cheios de dor e queremos só sumir. É péssimo quando esbarramos em situações que saem do nosso controle. Que estão totalmente distantes do nosso querer ou não querer. A vida entrega algumas coisas que imaginamos não darmos conta de carregar, mas nós damos conta sim. Pensando em nós, podemos expandir nossa consciência e nos colocar no lugar do outro.

Não sabemos, e nem temos como saber ao certo como o outro está se sentindo. Então fica o convite de exercitar nossa empatia e tentar se colocar no lugar do outro. Reflita sobre qual a melhor forma de agir em determinadas situações, pondere seu comportamento e procure proporcionar um momento mais leve a alguém.

Imagine se todos tivéssemos essa consciência, nem que fosse em pequenos momentos do nosso dia a dia… Com certeza as relações seriam menos complicadas e estressantes.

Dedicar seu tempo para cuidar de si, é uma das missões mais difíceis. Precisamos de pessoas que nos apoiem nessa missão, e que nos amem incondicionalmente. Por incrível que pareça, a gente desaprende. Por incrível que pareça, em alguns dias não teremos humor que segure a onda. Mas faz parte.

Conte sempre com a ajuda de um Arcanjoterapeuta para te auxiliar nas suas transformações internas.

Enquanto nos dedicamos a mudanças internas e aceitamos as externas, que tenhamos por perto pessoas que amamos e que nos amem também. O amor é uma energia irradiadora. Ela parte de dentro para fora. O amor que você deseja na sua vida deve partir inicialmente de você, do que você é capaz de dar.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Como ter Amor Próprio?

Primeiramente precisamos entender o que é amor próprio. Ele está diretamente ligado ao autocuidado e à consciência de que precisamos ter ações que nos ajudam a encontrar o equilíbrio do nosso corpo, da nossa alma e da nossa mente para nos compreendermos e assim nos amarmos em nossa totalidade.

Permitir um olhar menos crítico e mais acolhedor para termos mais carinho por nós mesmos. Ouvir cada detalhe do que nós somos, de onde viemos e para onde queremos ir. Fotos incríveis no feed, glamourização da nossa realidade, fazer máscara facial, tirar um tempo para praticar exercício e se conectar com seus cristais é incrível, mas exercer o autocuidado é tocar em questões muito mais profundas e às vezes chatinhas. É se dedicar e mergulhar em nós mesmos.

Se amar é algo muito mais complexo e cheio de engrenagens e todas elas precisam estar funcionando ou tentando funcionar para, de fato, construirmos uma autoestima verdadeira, que não inclui somente uma relação boa com o espelho, mas com a nossa saúde física, mental e emocional. Ter esse encontro com nossa intimidade e nossa individualidade é um processo árduo e doloroso.

Michel Foucault, um dos pensadores mais influentes do século XX dizia: “Cuidar de si mesmo é a real liberdade”. Ele acreditava que existimos para gerar autoconsciência e responsabilidade sobre a nossa própria vida e isso inclui, entre outras coisas, ter o discernimento para identificar os erros e os hábitos prejudiciais que temos ao longo da nossa vida e lutar para mudá-los e termos uma vida de realizações e plenitude.

Quando experimentamos buscar novas percepções sobre nós mesmos, ou seja, potencializar nossa autorreflexão, melhoramos nossas relações, não só com nós mesmos, mas também como nos comportamos perante aos outros e como nos sentimos em relação às coisas que queremos conquistar e ser.

O autocuidado é uma ferramenta poderosa para chegarmos ao amor próprio legítimo e para ver o mundo e nós mesmos de forma mais positiva, feliz e equilibrada. Reconhecendo erros, dores, tomando para si as responsabilidades sobre nós e, quando conseguimos mudar hábitos ruins, percebemos que somos capazes de nos transformar e transformar nossa realidade.

A energia de autocuidado é transformadora e, de fato, agente de mudanças. Autocuidado é entender os confortos e desconfortos da nossa vida, entender suas causas e escolher agir da forma mais positiva possível sobre essas questões. É fazer escolhas mais saudáveis para nós mesmos. Trazer para o consciente, pensar e refletir sobre pequenas coisas, sair do automático.

Se amar, se aceitar e se entender não tem a ver com se acomodar ou fechar os olhos para as escolhas ruins que podemos fazer para nós mesmos, muito pelo contrário, é olhar para elas e entender porque foi uma escolha ruim, porque tomou essa decisão e como melhorar numa próxima vez. Autoestima tem a ver com ser responsável. Escutar seu corpo, sua mente, seus sentimentos, entender e melhorar suas atitudes e comemorar cada conquista. 

Celebre cada vitória pois a cada passo que você dá para se aproximar desse amor próprio, é uma forma de se libertar do velho e se ver como guardião e protetor da sua preciosidade.

Se ame, se cuide.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Como entender meus chakras?

A palavra chakra vem do sânscrito e significa “roda”, são centros energéticos que comandam nossa estabilidade física, mental, emocional e espiritual.

São vórtices projetores e captadores energéticos que estão localizados em nosso corpo vital, parte de nosso espírito, que trabalha a saúde energética de nosso corpo físico. Os chakras fazem a “comunicação” entre o corpo vital e o físico, como centros de absorção, exteriorização e administração de energias.

Esses vórtices, que não param de girar, agindo como antenas, recebem e emitem sinais de energia vital em pontos específicos do nosso corpo. Caso sejam bloqueados ou interrompidos, podem causar problemas, distúrbios e até somatização de doenças. 

Somatizar significa transbordar energias dos corpos sutis para o corpo físico. Essa palavra geralmente está associada à materialização de doenças, mas também pode ser a materialização da saúde que ocorre após alterações energéticas dos corpos sutis.

Cada chakra influencia uma ou mais áreas específicas da nossa personalidade e saúde. Existem vários estudos que acreditam existir 32 chakras, e outras até 88 mil, mas a maioria concorda sobre a existência dos sete principais, que percorrem toda a nossa coluna vertebral. 

Chakra coronário, fica situado no topo da cabeça e controla o hipotálamo (que produz melatonina e tem a ver com os nossos padrões de sono). É o mais importante dos chakras, pois realiza a nossa ligação com a energia superior, o divino. Como encontrar a compreensão necessária para sentir-se conectado a toda energia do mundo? Por isso é considerado o mais complexo dos sete chakras principais. 

Chakra frontal, ou cerebral, situado entre os olhos, controla o cérebro e os olhos. Fisicamente, é ele que revitaliza o sistema nervoso e a visão. No que tange ao psicológico, esse chakra trabalha, entre outras coisas, a capacidade de concentração e, principalmente, a intuição. Na tradição hinduísta, é conhecido como “o terceiro olho”, pois ele pode enxergar coisas além do material. Quando desalinhado, pode causar dores de cabeça e pesadelos.

Chakra laríngeo, fica situado na garganta e está ligado à glândula tireóide. É essencial para a sua capacidade de comunicação. Quando ele está equilibrado, você se torna uma pessoa bem articulada e expressiva. Já quem não trabalha esse chakra, corre o risco de tornar-se daqueles que engolem “sapos” sem reclamar e acabam guardando tudo para si.

Chakra cardíaco, fica situado na região do tórax e está associado ao coração. Energiza o sangue e todo o nosso sistema cardiorrespiratório – por isso, doenças cardíacas podem ser um indício do chakra desalinhado ou enfraquecido. É o centro do amor e da sabedoria nas relações emocionais. Quando bem trabalhado, não apenas irá te ajudar nos relacionamentos como também te deixará mais suscetível a sentir compaixão.

Chakra plexo solar, localizado acima do umbigo, é importante para a vesícula, os sistemas digestivo, hepático, pancreático, etc. É onde mora o seu ego. Quando muito energizado, pode torná-lo uma pessoa egocêntrica e narcisista. Quando o contrário acontece, a sua autoestima fica prejudicada. Também tem uma função na sua personalidade e no seu poder pessoal. 

Chakra sacro, situado no baixo ventre, é responsável, principalmente, por dois dos nossos impulsos mais fortes: o criativo e o sexual. Acredita-se que, na nossa adolescência, esse chakra está atuando com a sua maior capacidade. Quando desalinhado, ele pode causar problemas de impotência sexual e útero, além de doenças na bexiga. 

Chakra básico, fica situado na base da espinha dorsal e é importante para as glândulas supra renais, a medula, a coluna vertebral e os rins. É o chakra que busca a energia ascendente da terra e a leva para o nosso corpo. Ele é o responsável por nossa vitalidade e nosso zelo pela sobrevivência – principalmente nas necessidades básicas, como comer e dormir. Quando desalinhado, nos causa, entre outras coisas, uma desconexão com a matéria.

Entendendo a função de cada, podemos falar sobre como mantê-los equilibrados. Você pode utilizar de cristais posicionando-os em cada chakra para energizar cada um; fazer meditações e respirações guiadas, evocar mantras ou utilizar da Arcanjoterapia para além de equilibrá-los, potencializar a função de cada um e somatizar a cura em seu corpo físico. Conheça nossos Arcanjoterapeutas.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Como ser mais calmo?

Se você, alguma vez, sofreu estresse ou ansiedade, sabe como isso pode afetar negativamente seu desempenho na vida. Você se lembra de como conseguiu lidar com essa situação? Foi natural ou você precisou dedicar um tempo para compreender seus sentimentos em relação à situação e assim saber agir de maneira mais adequada? 

O jeito que absorvemos e lidamos com nossos sentimentos é um fator importante na forma como reagimos às situações do dia a dia. Saber lidar com emoções ruins de forma madura, por exemplo, é indispensável para desempenhar nossos papéis de forma mais efetiva e harmoniosa.

Primeiramente você precisa entender o que desperta e de onde vem sua agressividade. O que aconteceu que te deixou desse jeito? Por que isso te incomodou? Essa sensação sobre esse acontecimento é recorrente? Qual a raiz desse problema? Quando isso começou?

Desenvolver essa linha de pensamento sobre seus sentimentos é essencial para você começar a se entender e consequentemente passar a dominar seus sentimentos e sua reação sobre eles.

Essa “técnica” deve ser desenvolvida individualmente e também com ajuda de especialistas, psicólogos e terapeutas. A forma como você se entende é totalmente individual, não tem uma receita certa e homogênea. Cada um encontra o seu jeito de digerir seus sentimentos. Para uns o método mais eficaz é falar, para outros pensar, cantar, correr, treinar mas nunca devemos nos calar e engolir o que sentimos sem compreender o que sentimos.

Esse aprofundamento sobre os sentimentos é a tão famosa “inteligência emocional”. A inteligência emocional consiste em saber gerir emoções, aprender a reconhecê-las, e assim entender o que elas querem nos dizer. Isso, para que não sejamos comandados pelos sentimentos e saibamos utilizar as informações que nos passam para agir de forma mais sábia e madura. 

A partir disso, podemos melhorar nossa comunicação, guiar nossas tomadas de decisão de forma mais assertiva e impactar positivamente em como nos comportamos perante a nós mesmos e ao outro.

Essa é, então, uma competência que nos assegura relacionamentos mais saudáveis, tanto pessoais como profissionais. Por ser um fator fortalecedor, utilizar uma gestão emocional, proporciona que experiências negativas sejam ressignificadas e assim nos comuniquemos com mais assertividade. Dessa forma, tendemos a ter resultados melhores do que tendo atitudes e decisões tomadas por impulso.

Realizar essa gestão emocional é um fator importante para conseguirmos lidar com pressões do cotidiano, contornar os sentimentos ruins e não nos deixarmos abalar gerando um posicionamento mais saudável em relação à vida. É uma forma, então, de também prezar pela própria saúde mental.

Em situações de conflitos, a necessidade de saber lidar com emoções é nítida. Quando alguma pessoa não entende o que sente e não sabe utilizar essas informações para agir com sabedoria, o problema acaba se inflamando e dificilmente será resolvido. Muitas vezes, a má compreensão emocional nesse contexto acaba resultando em ofensas, mágoas e prejuízos para todos.

Portanto, gerir bem o seu emocional é de extrema importância em todas as relações, pois mesmo que tenhamos posturas diferentes no ambiente familiar e no profissional, somos as mesmas pessoas. Como seres humanos, todos possuímos crenças, necessidades e padrões de comportamento diferentes, as emoções vêm e vão como forma de nos alertar e agregar informações para agirmos com consciência.

É muito interessante, portanto, que você tome uma postura cada vez mais humanizada e trabalhe essa habilidade em diferentes níveis e momentos para melhorar sua qualidade de vida e motivação. 

Se você gostou de saber um pouco mais sobre esse tema e gostaria de se aprofundar em técnicas de relaxamento, conheça nossas meditações que te auxiliarão na sua gestão emocional.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Sete Princípios para o Bem Viver

Os Sete Princípios são um conjunto de virtudes possíveis de serem praticadas pelas pessoas e que não variam com o tempo, pois tratam de questões anteriores e superiores à moral ou aos costumes de uma época, de uma sociedade ou de um indivíduo. Para aqueles que se afinizam com esses valores, garantimos que, ao praticá-los, certamente serão conduzidos a um novo nível de clareza consciencial.

Vamos examinar os Sete Princípios, que estão ligados aos Sete Arcanjos Reguladores – Uriel, Zadkiel, Raphael, Gabriel, Miguel, Ezequiel e Haniel.

Cada um destes Princípios, são virtudes a serem cultivadas ao longo da vida.

1º Princípio: Equidade

Ligado ao Arcanjo Uriel, a equidade é entender que somos diferentes e por isso todos merecem ter oportunidades justas. Significa então que devemos desenvolver um olhar elevado sobre a justiça e senso de equilíbrio das coisas, entendendo que todos devemos ter o direito a oportunidades iguais. Devemos criar mecanismos para que todos possam melhorar suas vidas.

Portanto, devemos analisar as pessoas, coisas e situações sem ideias limitantes, pré-concebidas ou preconceituosas, sendo imparciais em nossos juízos, não condenando ou rotulando a nada e a ninguém sem que seja permitida a defesa, seja de ideias ou até mesmo da própria liberdade.

No popular existe a expressão “não julgar”, que aqui pode ser melhor expressada por “não condenar” sem que haja comprovação. Mesmo aquele que errou, apesar de necessitar de correção, também merece ter caminho para se redimir, se reformar e retomar sua vida.

2º Princípio: Lucidez

Ligado ao Arcanjo Zadkiel, significa que devemos desenvolver uma percepção clara, precisa e transparente sobre as coisas, sempre buscando a verdade, a essência que existe além da superfície.

Quanto melhor for a capacidade de análise, melhor será a percepção e, consequentemente, mais profundo será o entendimento daquela lição que a vida está proporcionando. E, para além do benefício pessoal, também haverão condições mais favoráveis para se tomar decisões e praticar ações mais acertadas, que contribuam significativamente para a sociedade.

A frase “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” expressa bem o conceito deste princípio.

3º Princípio: Solidariedade

Ligado ao Arcanjo Raphael, significa que devemos desenvolver a sensibilidade de reconhecer o sofrimento alheio e colocar-se em movimento para auxiliar ao próximo, na medida do que nos for possível.

Imbuídos de empatia, podemos nos colocar no lugar do outro e reconhecer sua condição desfavorável.

Assim que nos conectamos ao sofrimento alheio, podemos auxiliar o outro diretamente, ou até mesmo indiretamente, por meio de mecanismos que o auxiliem a resolver ou minorar os danos. Auxiliar ao próximo nos eleva em consciência, nos preenche e nos equilibra como humanos.

A frase “Solidariedade é o amor em movimento”, de Dona Guiomar de Oliveira Albanesi, expressa ao coração o significado desse princípio.

4º Princípio: Universalismo

Ligado ao Arcanjo Gabriel, significa que devemos desenvolver uma visão global, ampla e respeitosa sobre a pluralidade das manifestações individuais, religiosas e espiritualistas, e não somente uma postura de tolerância.

Deus não tem religião, mas é certo que nós humanos necessitamos de parâmetros a cada passo do desenvolvimento de nossa consciência. Assim, o buscador verdadeiro de uma fé transcendental deverá manter a mente aberta, com uma perspectiva ecumênica, sabendo que encontrará as verdades divinas em vários lugares e criará a sua própria, bastando filtrar o que lhe parece coerente.

Como diria o pensador popular “Deus não tem religião, mas está em todas elas e até fora delas”.

5º Princípio: Dignidade

Ligado ao Arcanjo Miguel, significa que devemos desenvolver o senso de honestidade, de hombridade e de dever, ao mesmo tempo que demonstra o seu valor, respeito e nobreza.

A honra de uma pessoa está ligada ao seu comportamento consigo mesma e com os outros, em outras palavras, ao seu caráter. Transmitir confiança e dar-se ao respeito, demonstrando o valor e fazendo o que é certo, tão somente pelo fato de ser certo, mesmo que não se obtenha um imediato retorno positivo.

A expressão “minha palavra basta” exemplifica esse conceito. Devemos cultivar essa postura, pois ela é confirmada como uma virtude necessária.

6º Princípio: Benevolência

Ligado ao Arcanjo Ezequiel, significa que devemos desenvolver a prática do bem, de maneira que nossas ações gerem benefícios a todos que forem alcançados. A fraternidade, e como atualmente também utilizamos o termo sororidade, demonstram a essência de “ser” um ser humano, ter humanidade.

Ao praticarmos a benevolência, naturalmente transformaremos essa postura em hábito, realizando aquilo que é bom, proveitoso, sincero, sensível e educado, em todos os lugares, e seremos conduzidos pela espiritualidade superior para onde formos necessários.

Popularmente diz-se que devemos “fazer o bem sem olhar a quem” e isso é uma realidade energética apoiada pelos Arcanjos.

7º Princípio: Liberdade

Ligado ao Arcanjo Haniel, significa que devemos desenvolver o nosso senso de autonomia e espontaneidade. Cada um de nós deve agir por seu próprio arbítrio, sem com isso prejudicar determinantemente a ninguém.

Liberdade e responsabilidade são as duas faces da mesma moeda. Gozar iniciativa de ação por seus próprios ideais e conscientemente assumir a responsabilidade sobre seus atos, tanto do ponto de vista físico quanto espiritual, independentemente das ações darem certo ou errado, demonstra amadurecimento.

Ser livre é um direito e o exercício dele fortalece o amadurecimento da nossa consciência.

No pensamento de Simone de Beauvoir: “O homem é livre; mas ele encontra a lei na sua própria liberdade”.

Os Arcanjoterapeutas buscam com sinceridade praticar esses princípios, entendendo que assim poderão tanto ajudar ao próximo quanto promover a própria evolução. Nos momentos difíceis da sua vida, conte conosco. Temos as ferramentas necessárias para te ajudar a equilibrar sua vida.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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Para que servem tratamentos holísticos?

O tratamento holístico trabalha o equilíbrio da aura e dos chakras, encorajando o autoconhecimento e assim, por consequência, estimula a capacidade do próprio paciente de gerir sua energia, em lugar de se apegar a recursos cirúrgicos ou remédios alopáticos, e enfatiza o cuidado com o próprio organismo. 

A abordagem do tratamento é baseada nas ciências humanas e naturais que fundamenta que os organismos vivos e o meio ambiente funcionam juntos como um todo integrado, promovendo assim, o equilíbrio por meio de estímulos energéticos e o despertar da consciência do indivíduo sobre seu corpo e seu papel no meio em que vive.

A terapia holística tem como princípio analisar o indivíduo como um todo e despertar nele a cura. Nesse contexto, em vez de se colocar como vítima do mundo, a pessoa assume sua responsabilidade diante da situação e passa pela dor com sabedoria, tornando-se líder de sua própria vida.

Terapias holísticas são a resposta para quem deseja viver uma vida com mais qualidade e mais equilíbrio, já que normalmente estamos imersos em muita informação, necessidade de superação constante e cada vez menos tempo para si. Na prática, a palavra holístico significa ter um olhar terapêutico que considera o corpo, a mente e a alma.

Terapias como a Arcanjoterapia pode auxiliar a eliminar bloqueios psicológicos; promover o equilíbrio geral do ser; trazer à tona a verdade de cada indivíduo conectando-o com seu propósito de vida; eliminar conflitos internos e assim combater, de forma saudável, os conflitos externos; e transmutar sentimentos negativos. É possível também tratar aflições psicológicas como estresse, depressão, ansiedade, síndrome do pânico e baixa auto estima. 

Cuidar da alma gera um estado de plenitude e felicidade, combustíveis essenciais para materializar os nossos sonhos e as nossas conquistas, nos trazendo paz interior. 

Ter uma mente clara e equilibrada, longe de distrações e aborrecimentos, eleva a performance, proporcionando maior domínio sobre a realidade em que vivemos. 

Prezar pela saúde física, cuidar da alimentação e fazer exercícios regulares são ações que  nos geram maior resistência e disposição para concretizar nossos projetos.

Sem contraindicações, aumentam a velocidade de recuperação da sua saúde enquanto ao mesmo tempo transforma questões internas, elevando a autoestima e por consequência gerando benefícios a seres humanos de todas as idades e estilos de vida. 

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Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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5 dicas para ter inteligência emocional

A inteligência emocional é a capacidade de entendermos e avaliarmos os nossos próprios sentimentos para que, assim, consigamos agir com mais sabedoria e maturidade. A partir disso, podemos melhorar nossa comunicação, guiar nossas tomadas de decisão de forma mais assertiva e impactar positivamente em como nos comportamos perante a nós mesmos e ao outro.

Essa é, então, uma competência que nos assegura relacionamentos mais saudáveis, tanto pessoais como profissionais. Utilizando a gestão emocional, experiências negativas são resignificadas e tendemos a ter resultados melhores do que tomando decisões e atitudes impulsivas. Portanto, segue uma lista com cinco dicas para você aprimorar ou até desenvolver sua inteligência emocional:

Compartimentalize. Ou seja, separe suas emoções, seus pensamentos. Se organize e coloque em gavetas ou arquivos mentais cada sentimento e reflexão sobre cada assunto. Entenda seus limites e emoções, tenha consciência do que cada acontecimento gera no seu corpo. Não permita que um acontecimento afete ou interfira no outro.

Se ouvir e se entender facilita quando você precisa lidar com assuntos e questões cotidianas. O reconhecimento de onde vêm as emoções e o que elas trazem como informação também ajuda a compartimentalizar fatores estressantes para não deixá-los interferir em nenhuma outra parte da sua vida.

Relaxe. Existem diversas técnicas de respiração, relaxamento e meditação, mas no geral, quando alguma emoção te induz a agir de forma precipitada, não faça nada antes de controlar seu pensamento.

Respire fundo, inale e exale o ar vagarosamente até que você se acalme. Isso irá te ajudar a contornar emoções como ansiedade, preocupações, frustrações e raiva. Tire um tempo para você, dê uma pausa para caminhada, beber uma água, ouvir uma música relaxante. Aplique técnicas que ampliem seu senso de presença e gestão de emoções no aqui e agora. 

Outra coisa que pode ajudar é conversar com alguém de confiança em busca de orientação, é criada uma sensação de amparo onde as pessoas podem se ajudar quando as emoções entram em cena.

Tenha clareza dos pensamentos. É sempre bom criar consciência do que se passa dentro de si e estimular a auto análise para entender o que se passa nos próprios pensamentos e como o sentimento diante de determinada situação tende a afetar suas ações.

Não tome atitudes precipitadas. É fácil responder de maneira inadequada quando se sente raiva, mas provavelmente, você irá se arrepender disso depois. Portanto, nunca deixe que a raiva, a tristeza, ou qualquer outro sentimento bloqueie seus pensamentos. 

Para contornar ações impulsivas, é interessante estimular técnicas de autocontrole e percepção. Você pode, por exemplo, escrever o que está sentindo antes de agir (ou o que quer dizer para uma determinada pessoa) e ler em outro momento, quando estiver mais calmo. Assim, é possível observar as ideias com maior clareza para tomar melhores decisões.

Respeite e seja responsável. É importante tratar as pessoas da mesma maneira que você gostaria de ser tratado. Essa é a máxima do respeito e da empatia. Além disso, é preciso ter consciência de que é necessário se responsabilizar pela tomada de ações inadequadas em determinados momentos para, assim, lidar com elas. É possível sermos firmes e assertivos sem sermos, necessariamente, agressivos e gerarmos problemas maiores.

Caso você tenha sido agressivo ou grosseiro em algum momento, tome responsabilidade pela forma como agiu e peça desculpas pelo ocorrido. Afinal de contas, algumas vezes nossas emoções se sobressaem. E o melhor, nessas ocasiões, é ser humilde e dizer um simples “me desculpe, eu agi de forma impulsiva”.

O mais importante é você estar aberto e disposto a mudanças. Dedique-se a agir de forma diferente e permita que novos comportamentos sejam implementados na sua rotina. Não tenha medo de encarar suas dores de frente. Você conseguirá, num futuro próximo, ter mais auto controle e conhecimento sobre si mesmo.

Escrito por: Equipe Arcanjoterapia